Peregrinação

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A concentração teve início às 7h em frente à Tribuna Bento XVI. Foto: Renan Roseno

A Diocese de Osasco realizou no dia 01 de maio, a 14ª Romaria ao Santuário Nacional de Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil. Motivada pelo tema “Com a Mãe Aparecida, rumo aos 30 anos de evangelização”, a peregrinação deu início às festividades da diocese em preparação ao Jubileu de Pérola, que será celebrado em 2019. Foram mais de 300 ônibus e cerca de 16.000 romeiros, além da presença dos bispos, clero, religiosos, religiosas e seminaristas.

Dom João falou, aos fiéis, de sua alegria pelos 30 anos da diocese. Foto: Renan Roseno

Durante a peregrinação foram apresentadas as relíquias de Santo Antônio, padroeiro da diocese, e de São João Paulo II, eleito o co-padroeiro diocesano. As relíquias estarão em peregrinação por todas as paróquias, durante este ano.

Dom João frisou a importância da presença das relíquias nas comemorações do jubileu, “destaco que as relíquias, de nossos padroeiros, estarão em peregrinação por todas as 88 paróquias de nossa diocese, nas mais de 500 comunidades e aos quase 2 milhões de habitantes, que vivem nas 13 cidades de nossa diocese”.

Na Santa Missa celebrada às 9h no Santuário, Dom João em um breve comentário, mencionou que a diocese deve sempre lembrar-se de Dom Francisco Manuel Vieira, primeiro bispo de Osasco e Dom Ercílio Turco, o bispo Emérito, pela dedicação e trabalhos realizados por eles ao longo dos 30 anos de sua criação.

A missa foi presidida por Dom João, e concelebrada por D. Ercílio Turco (bispo emérito) e padres da diocese. Foto: Renan Roseno

A Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) irá realizar a 9ª Peregrinação e o 7º Simpósio Nacional da Família, no Santuário Nacional de Aparecida, nos dias 27 e 28 de maio. 

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O tema escolhido para a peregrinação deste ano é: “Família, luz para a Vida em Sociedade”. É o mesmo tema que será abordado no XV Congresso Nacional da Pastoral Familiar, que vai acontecer em Cuiabá (MT), em setembro do ano que vem.

Iniciando com a celebração eucarística, às 18h, do sábado, a Peregrinação das Famílias terá uma procissão luminosa com o lema “No Ano Mariano a família peregrina para a casa da mãe”. Já as atividades do simpósio serão abertas ainda na parte da manhã do sábado, a partir das 8h no Centro de Eventos Padre Vitor Coelho de Almeida, que receberá conferencistas para abordagem de temáticas relevantes para a vida em família e para o trabalho da Pastoral Familiar. No domingo acontecerá a Romaria quando serão celebradas duas missas com a participação das famílias de peregrinos: às 8h, presidida pelo arcebispo de Aparecida, Dom Orlando Brandes, e às 10h presidida por Dom João Bosco Barbosa.

O Bispo de Osasco (SP) e presidente da Comissão para a Vida e a Família, Dom João Bosco Barbosa de Sousa diz que a peregrinação das famílias à casa da Mãe Aparecida acontece em um lugar natural de encontro para as famílias, pelo fato de ser casa da Mãe do Céu. “Agora, com a comemoração dos 300 anos, a festa do encontro se torna mais bonita, coroando o mês de maio com essa visita das famílias. O crescimento da peregrinação se deve a essa atração que Maria exerce junto ao povo cristão, mas também porque o tema da família se tornou mais premente, mais urgente, por conta das inúmeras dificuldades que as famílias vêm enfrentando na convivência diária”, aponta.

Ele ressalta também o crescimento que teve a Pastoral Familiar em todo o Brasil, motivada pelos dois Sínodos dos Bispos sobre o tema, e pela Exortação do Papa Francisco sobre “O Amor na Família”.

Para o Bispo, estes eventos são importantes, porque mobilizam milhares de casais que, juntamente com os filhos, participam da pastoral familiar. “Aqui essas famílias se fortalecem na fé, compartilham experiências, rezam juntas pelo bem das famílias, voltam animadas e amparadas pelo exemplo de Maria, a Mãe de Família que mora no coração do povo brasileiro”.

Bispo de Osasco, Dom João Bosco é Referencial para a Pastoral Familiar

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Foto: Allan Ribeiro/JS

De acordo com Dom João Bosco, o tema revela o feixe de preocupações e desafios que envolvem a família hoje. “A sociedade passa por uma mudança acelerada, vertiginosa, em que os princípios fundamentais da convivência e da vida são profundamente abalados. Há aspectos positivos e negativos nessa mudança. É como se um terremoto abalasse a velha casa em que moramos. Vamos ter que construir outra, provavelmente mais ampla e melhor. Mas neste momento é preciso correr lá dentro e salvar o que tem mais valor: salvar vidas, em primeiro lugar”, afirma.

Segundo o Bispo, há gente morrendo em meio à violência, a pobreza, os conflitos, os vícios, a solidão, o abandono. Dessa forma é preciso salvar valores, como a dignidade, a honestidade, a verdade, a caridade, a fé, o patrimônio espiritual e moral construído ao longo da vida da humanidade. “E onde guardar tudo isso, até que passe a calamidade? É na família. É ela o remédio, a força de resistência, a lucidez, a esperança de luz nestes tempos sombrios. A família como luz para a Vida em sociedade é a força que Deus nos oferece para este momento complicado da humanidade”.

Na opinião de Dom João, quem vier a Aparecida vai encontrar muitos irmãos e sair do próprio espaço, do pequeno mundo confortável do ‘eu’ e buscar a força do ‘nós, encontrará boas reflexões, testemunhos, caminhos para fazer crescer a vida familiar. Tudo isso os fará robustecer a fé e a esperança, e buscar a santidade do dia a dia Familiar. “Este retorno a cada ano é significativo. Significa que aqui se criam laços, amizades duradouras. Cada ano, o tema tratado descortina um novo horizonte na vida familiar. A Igreja vai se tornando mais família e as famílias vão se tornando ‘igrejas domésticas’. A luz de Cristo, essa que ilumina a vida em sociedade, não se acende de uma só vez. Ela vai se alastrando, crescendo devagar e sempre, na oração, no testemunho, no encontro, na abertura à graça. Com paciência e perseverança. É essa a lição que devemos aprender”, finaliza.

Baixe aqui a programação do Evento: 9ª Peregrinação e 7º Simpósio Nacional da Família

Transmissão Ao Vivo

O Portal A12 fará transmissão ao vivo, pelo Youtube, do 7º Simpósio Nacional da Família. Acesse https://www.youtube.com/user/canalportala12 e veja a íntegra de todo o evento no dia 27 de maio. As transmissões têm início às 8h.

 

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Em comunhão com a Igreja de Osasco, as paróquias da diocese realizaram no dia 06 de maio a XIII Romaria ao Santuário Nacional de Aparecida.

Em comunhão com a Igreja de Osasco, as paróquias da diocese realizaram no dia 06 de maio a XIII Romaria ao Santuário Nacional de Aparecida. Desde a noite de sexta-feira (05), muitos já se encaminhavam à casa da Mãe Aparecida para participarem da peregrinação diocesana que reuniu 20.000 fiéis registrados em caravanas.

Além dos 300 anos da aparição da imagem de Nossa Senhora Aparecida, a diocese celebrou seu 28º aniversário de instalação e o encerramento da peregrinação diocesana ocorrida ao longo do último ano com a réplica da imagem recebida na romaria de 2016. Outro momento especial foi o lançamento do livro ‘Minha Mãe Aparecida’ do Pe. José Eduardo Oliveira pela editora Ecclesiae, no Auditório Padre Noé Sotillo.

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Oração do Terço na concentração – Tribuna Bento XVI.

Os peregrinos se concentraram por volta das 7h em frente à Tribuna Bento XVI para meditação e oração do Santo Terço. Os bispos Dom João Bosco Barbosa de Sousa (bispo titular) e Dom Ercílio Turco (bispo emérito), ausentes por motivo de convalescença, foram lembrados por Pe. Jorge Augusto Moreira – Coordenador de Pastoral, que dedicou um momento de oração em favor da breve recuperação de ambos.

Após o encerramento da concentração, os padres e peregrinos se dirigiram até o Santuário para o início da celebração da Santa Missa, presidida por Dom Edney Gouvêa Mattoso, bispo da Diocese de Nova Friburgo/ RJ, que pela segunda vez consecutiva realiza sua romaria em conjunto com a Diocese de Osasco. Dom Edney apresentou como intenções da Santa Missa os 95 anos de presença das Irmãs Angélicas no Brasil e lembrou-se da contribuição para a igreja de Irmã Miria Kolling, falecida no dia 05 de maio.

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D. Edney Gouvêa – bispo de Nova Friburgo.

Na homilia o bispo destacou a perseverança na oração e a compreensão do silêncio de Deus, que muitas vezes nos inquieta. “Quando nada acontece, há certamente um milagre que não estamos vendo”.  Dom Odiney relembrou também o encontro da imagem pelos pescadores que tirando-a das águas, levaram para casa e lhe prepararam um humilde altar, apontando-os assim, como exemplo do acolhimento e da doação que o cristão deve ter para com os outros. “Ser fiel é ofertar com amor e esmero o melhor que está ao nosso alcance.”

Finalizando a celebração Monsenhor Claudemir José, vigário geral de nossa diocese, fez a leitura da mensagem enviada por Dom João Bosco em agradecimento a Nossa Senhora Aparecida pelas bênçãos e graças recebidas durante a peregrinação da imagem na Diocese de Osasco.

Confira as fotos: https://goo.gl/UXbWtR

 

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No próximo dia 6 de maio, nossas comunidades irão ao Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida. Seremos milhares de irmãos reunidos na casa da Mãe de Deus e Mãe de todos os brasileiros, a Virgem Aparecida Mãe de Deus.

Exatamente há um ano, na romaria do ano passado, recebemos a imagem peregrina de Maria. Ela ganhou um lindo andor de madeira. Passou por todas as nossas paróquias e comunidades, andou pelas ruas, escutou nossas preces, nossos cânticos, visitou enfermos, despertou no coração de todos um amor muito grande, fez crescer o desejo de servir melhor a seu Filho. Foram muitos quilômetros de estrada, procissões, lágrimas sofridas, e sorrisos de alegria. Agora nos preparamos para retorná-la ao Santuário Nacional, com mais de 20 mil peregrinos da diocese de Osasco, e outros tantos ficarão acompanhando pela TV, agradecendo por este ano todo de festas, pelos 300 anos da Mãe Aparecida, pelas graças recebidas, pelas bençãos derramadas. E sabemos que ela não se afastará mais de nós, e sempre estaremos com ela e com seu Filho divino.

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Romaria Diocesana ao Santuário de Aparecida / maio 2016.

Maria ama os pobres
Quem conhece o início desta história tem dificuldade para explicar: como é que aconteceu que aqueles pescadores pobres, ao encontrar uma imagem quebrada, suja da lama do rio, transformassem suas pobres orações nesse imenso movimento com mais de duzentos, trezentos mil romeiros todas as semanas, na imensa Basílica Nacional, ainda inacabada, e tantas histórias de milagres, de conversões, de superação e de graças? Como explicar a paixão do brasileiro, que vêm dos recantos mais distantes, lá onde nem a Santa Missa é celebrada com frequência, mas onde a imagem de Aparecida é venerada e garante a fidelidade ao Evangelho de Cristo e à doutrina da Igreja Católica, guardando as famílias na sua fé simples e santa? São perguntas que embaraçam os sociólogos e os cientistas da religião, mas são de fácil resposta por parte de um povo que enfrenta o peso da vida, da pobreza, da enfermidade, da sobrevivência, sem ter muitas vezes outro recurso senão a fé simples, a confiança na intercessão da Mãe do Divino Amor. A Senhora Aparecida, desde o início, mostrou seu amor aos mais pobres e sofredores. Foram eles que a recolheram e agasalharam; ela se deixou amar por eles, abriu-lhes os segredos do coração de seu Filho, aquele que louva o Pai, por revelar seus segredos aos pequenos, aos humildes (Lc 10,21).

Maria nos acompanha em toda a nossa vida de fé

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Aparição de Nossa Senhora de Guadalupe a Juan Diego, no México.

Não é mera coincidência que todos os países da Nossa América Latina tenham Nossa Senhora por padroeira, com os mais diversos títulos. Na história desses países sempre encontramos a devoção a Maria ligada a acontecimentos da vida dos indígenas, dos negros, dos pobres. Histórias de gente humilde como índio Juan Diego, no México, como o mestiço Plácido em Belém do Pará, ou os três pescadores de Aparecida, que passaram toda a noite sem nada pescar, e ao encontrar a pequena imagem nas águas do Rio Paraíba, tiveram uma pesca abundante. Significativo é o relato do milagre do negro Zacarias, escravo fugitivo que foi recapturado e estava sendo arrastado de volta para a fazenda com muitas chicotadas. Ao passar pela pequena ermida de Nossa Senhora, pediu ele ao Capitão que o trazia preso em grossas correntes: queria parar em frente à Santa para rezar. Durante a oração, suas correntes milagrosamente caíram e ele saiu em liberdade. Maria não se colocou ao lado dos fazendeiros do Café, donos de escravos, mas ao lado de Zacarias, pondo em prática a sua afirmação de que Deus “derruba os poderosos de seus tronos e eleva os humildes” (Lc 1,52).

Nosso socorro para além de toda esperança

A predileção de Maria pelos pobres não tem nada de exclusão. Mãe não exclui nenhum de seus filhos. A sua atenção pelos pobres também não tem nenhum viés ideológico de esquerda política. Estamos todos incluídos no amor de Maria, porque somos todos pobres e carentes da graça divina. Só não sabem disso os orgulhosos, os prepotentes, os que escravizam os outros ou cultuam a si mesmos. Nós, ao contrário, estamos em situação semelhante à do escravo Zacarias: ele tinha grossas correntes, seu único recurso era chorar, ou recorrer à Mãe de Deus. Nós também temos correntes grossas assim: é como se sente um pai desempregado, é a dor que experimenta uma família quando assolada pela violência. A quem recorrer quando não existe atendimento mínimo à saúde? A quem recorrer quando a corrupção das empresas e dos políticos suga os recursos que deveriam ser empregados para diminuir o sofrimento dos pobres? Riem-se, como faziam os senhores de escravos, aqueles que aumentam os seu próprios salários, aqueles que vendem mercadoria estragada para lucrar mais, aqueles que mudam as leis  da aposentadoria relegando os idosos ao abandono, deixando os trabalhadores rurais e outros grupos vulneráveis sem o menor socorro, enquanto suas próprias aposentadorias são de marajás. Como nos precaver dos que fazem o tráfico de pessoas, o tráfico de armas, o tráfico de drogas, ou que ensinam imoralidades nas escolas, os que danificam a natureza? Mãe querida, precisamos parar diante de vossa ermida, com toda a fé, para aprendermos a ser unidos na esperança, solidários na carência, ativos na defesa da vida mais frágil, dispostos a cooperar com o Reino de vosso Filho amado.

Vamos à casa da Mãe Aparecida

A diocese de Osasco completa em maio 28 anos. É nessa ocasião que iremos em romaria ao Santuário Nacional de Aparecida. Temos muitos pedidos a fazer. Mas temos muito mais que agradecer. Durante este último ano, de maio a maio, ela veio à nossa casa, ouviu nossas preces, enxugou nossas lágrimas, passou pelos leitos dos hospitais, pelos presídios, pelas escolas, pelas repartições públicas, pelos campos e pelas ruas das cidades. Não foram poucos os relatos de graças recebidas. Iremos dizer a ela que fique conosco para sempre. Que nos ensine a ouvir seu Filho, que nos ajude a manter nossa fé e nossos valores da vida familiar. Em casa, teremos sempre um lugar especial para ela. Com seu amor, seguiremos mais firmes no caminho do Evangelho, na construção de um mundo novo de paz.

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Dom João recebendo a Imagem Peregrina durante Romaria em Aparecida / mai 2016

 

 

Dom João Bosco, ofm

Bispo Diocesano de Osasco

 

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peregrinação catequistas  (3)A Diocese de Osasco realizou dos dias 11 a 17 de julho nas regiões pastorais, a 24ª Semana Bíblico-Catequética. O objetivo central da semana catequética foi a vivência da espiritualidade mariana, a partir de orações e estudos.

Entre os temas abordados estavam os dogmas marianos e os títulos e aparições de Nossa Senhora. A programação contou, além das palestras, com a Santa Missa votiva a Nossa Senhora no dia 15 de julho nas regiões e a peregrinação dos catequistas à Porta Santa da Misericórdia na Catedral de Santo Antônio, no dia 17.

Na peregrinação celebrou-se o Jubileu dos Catequistas, por ocasião do Ano Santo da Misericórdia. Com um grande espírito de devoção, os inúmeros catequistas fizeram uma belíssima caminhada penitencial da praça até a Porta Santa da Catedral e participaram em seguida da Celebração Eucarística, presidida por Dom João Bosco Barbosa e concelebrado por Pe. Daniel Vitor Cardoso (Assessor Diocesano da Catequese) e padres da diocese.

peregrinação catequistas  (1)Dom João em sua homilia ressaltou os aspectos positivos da vocação do catequista, enaltecendo a perseverança em desempenhar o seu papel evangelizador mediante as adversidades e situações que, muitas vezes, tende a nos desviar do caminho da missão.

Durante o Jubileu dos Catequistas, também foi comemorado o encerramento do 1º módulo da Escola de Emaús (escola de formação para catequistas) com a entrega dos certificados dos catequistas aos coordenadores das regiões pastorais.

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Aconteceu no Santuário de Aparecida, nos dias 21 e 22 de maio, a 8ª Peregrinação e 6º Simpósio Nacional da Família. O evento teve como tema: “Família e Misericórdia: se encontram no coração da Mãe”.

simposio peregrinação familias (1)A abertura foi feita por Dom João Bosco Barbosa de Sousa, presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família (CEPVF), da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Foram discutidos diversos assuntos como: o aborto, a promoção e defesa da vida, a situação de famílias feridas e fragilizadas e o acompanhamento de adolescentes e jovens. Outro tema abordado foi o Projeto Raquel – Um abraço da Misericórdia diante da experiência do aborto.

O projeto consiste em ajudar mulheres, independentemente de sua crença, a redescobrirem a esperança após o aborto, propondo um caminho de fé, compaixão e perdão. Mais informações podem ser obtidas no site www.projetoraquel.org.br ou pelo tel (11) 2579-4175.

As conferências foram ministradas por Dom João Bosco, Pe. Hélio Luciano (Arquidiocese de Florianópolis, Assessor Regional da PF – Sul 4 e coordenador da Comissão Nacional de Bioética) e Dom Wilson Tadeu Jönck (Arcebispo de Florianópolis/ SC, membro da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB).

O evento foi organizado pela Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e a Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF).

A mesa foi composta por Dom João Bosco Barbosa, Dom Wilson Tadeu Jönck, Dom Emílio Pignolli – bispo emérito de Campo Limpo, Pe. Hélio Luciano, Roque Rhoden e Verônica Melz – casal coordenador nacional da Pastoral Familiar e Osmarina Baldon da Diocese de Santo André – coordenadora da Pastoral Familiar do Regional Sul 1.
O encerramento aconteceu no domingo com a Santa Missa no Santuário Nacional.