Consep

Arquivo CNBB

Entre os dias 28 e 29 de novembro, os bispos que atuam como presidentes das comissões pastorais da CNBB estarão reunidos em Brasília (DF) com a presidência da Conferência para mais um encontro ordinário do Conselho de Pastoral. Essas comissões cobrem as áreas principais da ação evangelizadora da Igreja no Brasil: animação missionária, liturgia, bíblia e catequese, cultura e educação, ecumenismo, doutrina, comunicação, juventude, ministérios e vocações, ação social transformadora, vida e família e a do Laicato.

O Ano Nacional do Laicato, inclusive, será lançado pelo Consep no início do encontro esta semana. Pastoralmente iniciado na Solenidade do Cristo Rei, no domingo, 26 de novembro, os bispos farão um lançamento oficial na reunião desta semana. O Ano do Laicato  serrá celebrado até a Solenidade de Cristo Rei do ano que vem, à 25 de novembro de 2018. O tema escolhido para animar a mística do Ano do Laicato foi: “Cristãos leigos e leigas, sujeitos na ‘Igreja em saída’, a serviço do Reino” e o lema: “Sal da Terra e Luz do Mundo”, Mt 5,13-14.

Outros temas importantes da evangelização terão destaque no encontro do Consep. A reunião é realizada em rodízio com os encontros do Conselho Permanente da CNBB. Trata-se da última reunião do ano e os bispos só voltam ao ritmo normal de reuniões em fevereiro de 2018.

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Motivados por acontecimentos recentes envolvendo a utilização de símbolos religiosos da fé católica em manifestações isoladas e exposições “artísticas”, os bispos que integram o Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), elaboraram a mensagem ao povo brasileiro, divulgada em Coletiva de Imprensa, realizada na sede da entidade, dia 26/10.

No documento, os bispos reconhecem que “em toda sua história, a Igreja sempre valorizou a cultura e a arte, por revelarem a grandeza da pessoa humana, criada à imagem e semelhança de Deus, fazendo emergir a beleza que conduz ao divino”.

Contudo, recentemente, a mensagem destaca que “crescem em nosso meio o desrespeito e a intolerância que destroem esta harmonia, que deve marcar a relação da arte com a fé, da cultura com as religiões. Se, por um lado, a arte deve ser livre e criativa, por outro, os artistas e responsáveis pela promoção artística não podem desconsiderar os sentimentos de um povo ou de grupos que vivem valores, muitas vezes, revestidos de uma sacralidade inviolável”.

Integram o Conselho Permanente da CNBB, a presidência da entidade, os bispos presidentes das Comissões Episcopais Pastorais (Consep) e os bispos presidentes dos 18 regionais da CNBB.

Confira, abaixo, a íntegra do documento.

MENSAGEM DA CNBB MENSAGEM DA CNBB

Vencer a intolerância e o fundamentalismo

“E Deus viu tudo quanto havia feito, e era muito bom”  (Gn 1,31)

Os bispos do Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, reunidos em Brasília de 24 a 26 de outubro de 2017, dirigem esta mensagem ao povo brasileiro, diante de recentes fatos que, em nome da arte e da cultura, desrespeitaram a sexualidade humana e vilipendiaram símbolos e sinais religiosos, dentre eles o crucifixo e a Eucaristia, tão caros à fé dos católicos.

Em toda sua história, a Igreja sempre valorizou a cultura e a arte, por revelarem a grandeza da pessoa humana, criada à imagem e semelhança de Deus, fazendo emergir a beleza que conduz ao divino. “A arte é como uma porta aberta para o infinito, para uma beleza e para uma verdade que vão mais além da vida quotidiana” (Bento XVI – 2011). O mundo no qual vivemos, ensina Paulo VI, precisa de beleza para não cair no desespero (Cf. Mensagem aos Artistas – 1965).

Reconhecemos que “para transmitir a mensagem que Cristo lhe confiou, a Igreja tem necessidade da arte” (São João Paulo II – Carta aos artistas 1999). Somos, por isso, agradecidos aos artistas pela infinidade de obras que enriquecem a cultura, animam o espírito e inspiram a fé. Merecem destaque a pintura, a música, a arquitetura, a escultura e tantas outras expressões artísticas que ressaltam a beleza da criação, do ser humano, da sexualidade, e o espírito religioso do povo brasileiro. Arte e fé, portanto, devem caminhar unidas, numa harmonia que respeita os valores e a sensibilidade de cada uma e de toda pessoa humana na sua cultura e nos seus valores.

Lamentavelmente, crescem em nosso meio o desrespeito e a intolerância que destroem esta harmonia, que deve marcar a relação da arte com a fé, da cultura com as religiões. Se, por um lado, a arte deve ser livre e criativa, por outro, os artistas e responsáveis pela promoção artística não podem desconsiderar os sentimentos de um povo ou de grupos que vivem valores, muitas vezes, revestidos de uma sacralidade inviolável. O desrespeito e a intolerância, por parte de artistas para com esses valores, fecham as portas ao diálogo, constroem muros e impedem a cultura do encontro. Preocupam, portanto, o nível e a abrangência destas intolerâncias que, demasiadamente alimentadas em redes sociais, têm levado pessoas e grupos a radicalismos que põem em risco o justo apreço pela arte, a autêntica liberdade, a sexualidade, os direitos humanos, a democracia do País.

Vivemos numa sociedade pluralista, por isto, precisamos saber conviver com os diferentes. Isso, contudo, não subtrai à Igreja o direito de anunciar o Evangelho e as verdades nele contidas, a respeito de Deus, do ser humano e da criação. Em desacordo com ideologias como a de gênero, é nosso dever ressaltar, sempre mais, a beleza do homem e da mulher, tais como Deus os criou, bem como os valores da fé, expressos também nos símbolos religiosos que, com sua arte e beleza, nos remetem a Deus. Desrespeitar estes símbolos é vilipendiar o coração de quem os considera instrumentos sagrados na sua relação com Deus, além de constituir crime previsto no Código Penal.

Animamos a sociedade brasileira a promover o diálogo e o encontro, por meio dos quais as pessoas, em suas diferenças, respeitam e exigem respeito, e permitem sentir a riqueza que cada um traz dentro de si.

Nossa Senhora Aparecida, Mãe e Padroeira dos brasileiros, nos ensine o caminho da beleza e do amor, da fraternidade e da paz.

Brasília, 26 de outubro de 2017.

Cardeal Sergio da Rocha
Arcebispo de Brasília
Presidente da CNBB

Dom Murilo S. R. Krieger
Arcebispo de São Salvador da Bahia
Vice-Presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário-Geral da CNBB

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Consep Brasilia

Os bispos do Conselho Episcopal Pastoral (Consep) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) escolheram, na manhã desta quarta-feira, 09, o tema da Campanha da Fraternidade 2019. Após empate com outra proposta, foi escolhido – por seis votos a quatro – o tema “Fraternidade e políticas públicas”.

A discussão a respeito da questão foi iniciada na manhã de ontem, logo no início da reunião do Conselho. A partir de 98 sugestões, enviadas por dioceses, regionais e órgãos governamentais, entre eles a Polícia Rodoviária Federal, os bispos chegaram a sete eixos temáticos postos em votação hoje: políticas públicas, trânsito, comunicação, família, educação, direitos humanos e fraternidade.

Após retomarem o debate e destacarem elementos importantes relacionados a cada temática, além da pertinência da reflexão no contexto social do Brasil, os bispos propuseram o título completo do tema para votação. Receberam votos as seguintes indicações: “Fraternidade e política públicas”, “Fraternidade: políticas públicas e direitos humanos” e “Trânsito: respeito à vida”.

A proposta vencedora ganhou peso com argumentos que destacavam que “políticas públicas” é um tema mais abrangente e envolve todas outras propostas apreciadas pelos membros do conselho, como direitos humanos e sociais, família, educação, trânsito e comunicação.

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Bispos e assessores recordaram momentos significativos que revelaram a misericórdia de Deus em 2016

 

Teve início nesta terça-feira, dia 22 de novembro, a última reunião do Conselho Episcopal Pastoral (Consep) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) neste ano de 2016. O encontro, na sede da entidade, em Brasília (DF), segue até amanhã , dia 22, e foi iniciado com a celebração da palavra cuja temática foi o agradecimento por este ano, um “tempo precioso de misericórdia e conversão” oferecido a todos.

“Rendamos com alegria graças a Deus, Pai de Nosso Senhor Jesus Crist, porque neste ano de graça, nos abençoou com toda a espécie de bênçãos espirituais”, motivou o arcebispo de Salvador (BA), dom Murilo Krieger, que preside esta reunião do Consep. Segundo dom Murilo, diante da situação em que se encontra o país, pode-se esquecer de agradecer de que aconteceram muitas coisas bonitas.

Aos presentes na celebração, foi pedido que recordassem momentos significativos que na caminhada do corrente ano de 2016 revelaram “a misericórdia do Pai”. Bispos e assessores lembraram de fatos marcantes para a caminhada da Igreja no Brasil e no mundo.

O bispo auxiliar de São Luís (MA) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária e a Cooperação Intereclesial da CNBB, dom Esmeraldo Barreto de Farias, recordou o acontecimento de dois encontros, na última semana, que envolvem a evangelização na Amazônia. A cidade de Belém (PA) recebeu o 2º Encontro da Igreja Católica na Amazônia Legal e o Encontro das Igrejas Irmãs.

  1. Também foram lembrados o Fórum de Pastoral da Educação e da Pastoral Universitária; a aprovação e a boa recepção nas dioceses do Documento 105 da CNBB “Cristãos Leigos e leigas na Igreja e na sociedade – sal da terra e luz do mundo”, aprovado pela 54ª Assembleia Geral da Conferência; o Ano Santo da Misericórdia, encerrado no último domingo; os seis seminários promovidos pela Rede Eclesial Pan-Amazônica (Repam) nos regionais da CNBB sobre a encíclica Laudato Si’; o encontro sobre Ecumenismo realizado pelo Conselho Episcopal Latino-Americano (Celam); e a publicação da exortação apostólica pós-sinodal do papa Francisco Amoris Laetitia.

Reunião

O Consep é composto pelos 12 bispos que presidem as Comissões Episcopais Pastorais da CNBB, além dos três componentes da Presidência. Acompanham os bispos, nessas reuniões, os representantes de organismos importantes da Igreja e o grupo de assessores que trabalham em cada uma das comissões. Há ainda a participação de especialistas como pesquisadores, professores universitários, profissionais e personalidades que se despontam no estudo e na atuação em diversas áreas de atividades da sociedade brasileira.

Na manhã desta terça-feira, os bispos acompanharam uma análise de conjuntura que é sempre apresentada por um grupo de observadores e estudiosos da realidade brasileira composto pela própria Conferência com a missão exclusiva de assessorar os bispos no aprofundamento dos assuntos mais importantes da realidade política e social do Brasil.

Entre os temas que serão abordados durante a reunião estão a Reforma do Ensino Médio, o planejamento das atividades Pastorais para 2017; o lançamento do livro DoCat, que apresenta a Doutrina Social da Igreja aos jovens; uma reflexão sobre o Poder Judiciário e a questão do Foro Privilegiado, além do projeto Igrejas Irmãs

Cardeal Sergio da Rocha

A ausência do presidente do Conselho e da Conferência, cardeal dom Sergio da Rocha, arcebispo de Brasília, foi justificada pelo vice-presidente da CNBB, dom Murilo Krieger. O cardeal se encontra em Roma, na Itália, e participa de uma reunião da Comissão do Sínodo dos Bispos.

 

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Começou na manhã desta terça-feira, 25 de outubro, a 91ª reunião ordinária do Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), na sede da entidade, em Brasília (DF). Na celebração de abertura do encontro, o arcebispo de Brasília e presidente da CNBB, dom Sergio da Rocha, recordou as motivações do Mês Missionário e ressaltou o chamado à Igreja para que seja “discípula, missionária e profética”.

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“Não é possível ser Igreja missionária sem atitude de discipulado”, destacou dom Sergio, que falou da missão eclesial de anunciar a palavra, observado os sinais dos tempos durante reflexão sobre a leitura do Evangelho – na qual Jesus afirma que quem ouve Sua palavra e as põe em prática “é como um homem sensato, que construiu sua casa sobre a rocha”.

O presidente da CNBB ainda contextualizou o chamado missionário na proposta do Jubileu Extraordinário da Misericórdia, como tem feito nas últimas celebrações de abertura das reuniões com os bispos na Conferência. A Igreja, reiterou, deve ser “misericordiosa, mãe acolhedora e casa de portas abertas”.

Ao final da celebração, dom Sergio rogou a Deus que neste Conselho Permanente, de forma fraterna, os bispos possam contribuir para construir uma Igreja missionária, discípula, “mas que se expressa misericordiosa e profética”.

Mês das Missões

A celebração de abertura recordou o Mês Missionário, cuja Campanha promovida pela Igreja neste ano propõe como tema “Cuidar da Casa Comum é nossa missão” e o lema “Deus viu que tudo era muito bom” (Gn 1,31). Na recordação da vida, o bispo auxiliar de São Luís (MA) e presidente da Comissão Episcopal para a Ação Missionária e a Cooperação Intereclesial da CNBB, dom Esmeraldo Barreto de Farias, lembrou que “o projeto do criador é maravilhoso, mas encontra-se ameaçado. Em nossa Casa Comum, tudo está interligado como uma única família. E nós recebemos de Deus a missão de cuidar dessas relações”.

As preces da celebração também recordaram a temática do Mês Missionário. Foram colocados pedidos pelos missionários que entregam sua vida no anúncio do Evangelho, dedicam sua vida no cuidado dos pobres e da Mãe Terra e também os que se encontram em situações difíceis e até perseguidos na missão de evangelizar e cuidar da vida; pelo papa Francisco, para que seu testemunho e palavra animem a Igreja na missão do cuidado da Casa Comum; pelas comunidades, para que nelas seja despertada a consciência da importância de cooperar e animar o espírito missionário de doação e serviço.

Foram colocadas ainda intenções pelo povo do Haiti, mais uma vez atingido por um desastre natural; pelo artista plástico Cláudio Pastro, falecido no último dia 19; e o pedido para que seja copiado o exemplo do primeiro santo brasileiro, Santo Antônio de Sant’Anna Galvão, cuja festa é celebrada hoje. O bispo de Osasco (SP) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, dom João Bosco Barbosa de Sousa, o definiu como “homem da paz e da caridade”. Na atual situação de violência e conflitos em que se insere o país, “fará bem copiar o seu exemplo”, disse o bispo.

Conselho

O encontro iniciado nesta terça-feira segue até quinta, dia 27 e tem a participação da Presidência da CNBB, dos presidentes das Comissões Episcopais Pastorais, dos representantes dos 18 regionais da entidade, além de coordenadores de organismos vinculados à Conferência.

Os bispos irão abordar nestes dias de encontro a pauta da 55ª Assembleia Geral da CNBB, que acontecerá de 26 de abril a 5 de maio de 2017, em Aparecida (SP); uma discussão a respeito de propostas de aplicação da exortação apostólica pós-sinodal Amoris Laetitia – sobre o amor na família e também relacionadas ao Congresso Eucarístico Nacional. Ainda serão tratados temas como a Comissão para assessoria das causas de beatificação e canonização, sugestões para vivência do Ano Nacional Mariano e comunicações dos regionais e das Comissões Episcopais. A Presidência da CNBB fará um relato sobre a visita ao papa Francisco, ocorrida na última semana.

A reunião ainda terá apresentação do texto-base da Campanha da Fraternidade 2017 e avaliação da edição ecumênica deste ano; definição da forma de trabalho que será assumida pelo Grupo de Trabalho de enfrentamento ao Tráfico Humano; entre outros temas relevantes para a atuação pastoral da Igreja.

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“Devemos manifestar a misericórdia de Deus através da nossa vocação”, afirma dom Sergio 

“Manifestar a misericórdia de Deus por meio da nossa vocação”. Esta foi a motivação do arcebispo de Brasília e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Sergio da Rocha, durante a celebração da palavra que abriu as atividades do Conselho Episcopal Pastoral (Consep) da entidade, reunido em Brasília (DF) nesta terça e quarta-feira, 23 e 24 de agosto.

No contexto do Mês Vocacional, foi proposta a temática “Vocação: dom da divina Misericórdia”. Segundo dom Sergio, o texto do Evangelho de Marcos, quando um homem pergunta a Jesus o que deve fazer para ganhar a vida eterna e Ele “fitando-o, com amor” responde que deve vender seus bens, dar o dinheiro aos pobres e segui-Lo, recordou que “toda a vocação na Igreja tem a sua origem no olhar compassivo de Jesus”.

Em sua reflexão, dom Sergio afirmou que a “mensagem do Evangelho ressalta o olhar de Jesus àquele e àquela que é chamado. Jesus olhou com compaixão, com misericórdia”. Para o presidente da CNBB, a vocação, na proposta de meditação, “é sempre dom da misericórdia de Deus, fruto da compaixão de Deus”.

“Não é uma afirmação teológica, mas uma experiência que nós vamos fazendo na própria vida e, como a nossa vocação, na origem dela está a compaixão, a misericórdia de Deus”, disse.

Dom Sergio explicou que a misericórdia não se expressa apenas no perdão, no momento de fragilidade, no momento de pecado, mas também como “ternura de Deus, como graça, gratuidade”.

“A nossa vocação dá os frutos esperados por Deus por meio da misericórdia”, afirmou. Dom Sergio concluiu lembrando das pessoas sofridas e necessitadas do olhar compassivo e misericordioso de Deus por meio dos olhos dos vocacionados e vocacionadas, cuja fonte e sustento é a misericórdia. “Devemos manifestar a misericórdia de Deus através da nossa vocação”, finalizou.

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A reunião do Consep começou com a apresentação da análise de conjuntura e uma exposição sobre a atual situação do Sistema Único de Saúde (SUS), feita pelo cardiologista e membro da Comissão Brasileira Justiça e Paz, Geniberto Paiva Campos. Ainda nesta terça-feira, os bispos escolherão o tema da Campanha da Fraternidade de 2018 e tratarão sobre o Ano da Misericórdia e o Ano Mariano, em 2017. Outro assunto a ser abordado refere-se ao Projeto de Emenda Constitucional 241, que pretende congelar por 20 anos os gastos primários do governo, como saúde e educação.

Na quarta-feira, haverá reflexão sobre a exortação apostólica pós-sinodal do papa Francisco Amoris Laetitia, com exposições das Comissões Episcopais para a Vida e Família e para a Doutrina da Fé da CNBB. A Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato também fará uma intervenção. Haverá ainda reunião dos presidente das Comissões com seus respectivos assessores e planejamento de seminário sobre a temática escolhida para a CF 2018.